
Sua morte, portanto, não pode ser pensada fora de seu profetismo e de seu empenho na construção do Reino. Trata-se do amor incondicional e da entrega sem medida a uma causa. A pergunta que nasce da nossa indignação é: Onde fica a justiça divina diante da morte do Inocente? Como Deus responde à crueldade da morte de seu filho? A resposta a celebramos no domingo da Páscoa. Deus fez justiça ressuscitando o seu filho.
(Frei João Fernandes Reinert)
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